
Kuala Lumpur e um caldeirao com diferentes pessoas e culturas, andando na rua se ve os malaios, maioria muculmanos, mulheres com os lencos na cabeca e os homens com aquelas vestes compridas, as vezes com aquele chapeuzinho na cabeca.
Eles podem estar conversando ou simplesmente perto de um grupo de chineses, com vestes ocidentais, maioria praticante de budismo ou taoismo ou ainda cristaos.
Pode ser que vao a um restaurante indiano, onde na entrada ha tudo escrito em algumalingua indiana, e os garcoes sao... Indianos! Uma mulher indiana por la pode estar vestida com um sari, colorido, e usando bindi na testa. Obviamente, a maioria de religiao hindu.

E assim eles se respeitam, mesmo que cada um ainda utilize sua propria lingua (chinesa ou tamil), tenha sua propria religiao e festividades.
A questao do templo a Murugan e que como os indianos da Malasia eram na maioria provenientes do sul, fizeram os templos pra Murugan.
Enfim, fomos o Omar e eu de onibus, no caminho conversamos bastante sobre religiao, e ele me explicou varias coisas sobre o islamismo...
13 km depois tivemos a surpresa: uma estatua de Muruga de 42.7m guarda a escada de 247 degraus que nos leva a caverna "principal", que dizem ter 400 milhoes de anos de idade.
Anualmente nas Batu Caves acontece o festival de Thaipusam, quando hindus nao so da Malasia mas tambem da India, Australia e Singapura fazem peregrinacoes. Cheio de gente fazendo varios tipos de sacrificios e oracoes, e um festival interessante, mas por algumas semanas, acabei nao podendo assistir.
Shopping onde nos encontramos com o Allan e comemos hamburgeres malaios.Pra voltar tivemos que esperar um tempao pelo onibus, e quando finalmente voltamos, nos encontramos com o Allan, um malaio que conheci atraves do site de viagens Travbuddy. Tivemos hamburgeres duma rede local no shopping, mas o jantar nao se extendeu muito pois estavamos cansados.

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